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terça-feira, 16 de julho de 2013

Persigo São Paulo, Sp por Itamar Assunção

  Por Marcio Farias

Este texto começa citando uma frase de uma das muitas músicas em que este artista revela sua ligação com a cidade sempre em primeira pessoa ...Não é exatamente amor, é identificação absoluta sou eu eu não me amo...Persigo São Paulo, Itamar Assunção.
Nos que frequentamos, vivemos, passamos por São Paulo com um olhar distante e focados em objetivos diversos não percebemos o quanto influenciamos a cidade e falamos dos pontos negativos dela sempre de uma forma a nos colocarmos como vítimas da cidade, sendo que na realidade somos responsáveis por aquilo que acontece na cidade. E desfrutar de todos os benefícios que ela nos proporciona não pode ser esquecido e somos nós, nós não nos amamos como amaremos a cidade?
É fácil,  basta querer e agir de acordo com os preceitos de respeito e nos colocarmos na primeira pessoa quando observarmos aquilo que a cidade tem a ser melhorado,  propondo por exemplo, que cuidemos da cidade como cuidamos da nossa própria casa, trace um círculo imaginário usando a metragem que lhe convém e a partir deste círculo verifique qual é a sua relação com tudo e todos que estão dentro deste círculo, desapegue de preconceitos e siga a noção de bem estar que carrega com você, afinal todos queremos nos sentir bem, é um impulso natural dentro de nós.
São Paulo oferece vários benefícios a quem se ama e consequentemente ama os outros e nossa cidade pois como um ambiente interno melhora quando agimos com amor, e não falo aqui do amor físico e sim de um amor fraternal, amor este que nos aproxima como irmãos. Experimente! Vai funcionar, acredite. Caso mesmo assim você não acreditar no amor acredite você é São Paulo e São Paulo é você, acredite nesta identificação você se entenderá melhor. Encontre aqui neste blog os benefícios que a cidade oferece a quem se ama e ama a cidade.

 
Guia de turismo-Senac SP
marcioguiabem@gmail.com

                                                Crédito da foto       http://2.bp.blogspot.com



   

O Despertar

            
Por Daiane Brito
"A mente que se abre a uma nova ideia, jamais volta ao seu tamanho original" 
                                                     Oliver Wendell Holmes

Essa frase ilustra e dá início a mais um post deste blog.

Tema do 2º post: Escreva algo relacionado às aulas, ao curso. Muito vago, muito amplo. Pensei, pensei, tive varias ideias, que de inicio pareciam boas, mas não se mostraram tão boas assim no desenvolvimento. Outras vieram e se foram e nenhuma delas nem de longe davam aquela sensação de certeza que tenho quando começo a escrever algo.
O que não me dei conta era de que a ideia estava dançando o tempo todo diante de mim, só não havia enxergado, até que me sopraram a sombra do que hoje ela se tornou.
Consciência. Acho que posso defini-la assim. Esse tempo de curso me trouxe a consciência na forma de percepção. Deixando um pouco de lado todas as novas informações, o convívio com gente completamente diferente de mim e as experiências vividas, vou falar desse abrir de olhos.
Catedral Metropolitana, CCBB, Casa das Rosas, CCSP, Aclimação, Cambuci, Luz, Liberdade, Centro e todos mais em que estivemos pessoalmente ou em sala. Já conhecia a maioria deles. Ou achava que conhecia. Nesses meses de curso redescobri o que levei anos para descobrir.
Perspicácia, René Magritte, 1936
Hoje me pergunto como é possível ter entrado tantas vezes na Catedral Metropolitana, digo Catedral da Sé, e não ter percebido os elementos brasileiros na arquitetura, ou não ter visto que o desenho em mosaico no saguão do CCBB é uma flor de lótus?
Antes: Nossa que igreja bonita! Toda trabalhada e tão cheia de detalhes...
Hoje: Nossa, olha aquelas colunas, o capitel parece coríntio... A torre é gótica, mas tem arcos plenos, neoclássico...

Agora ando por aí prestando atenção em fustes e rosáceas, construções coloniais e no exagero do barroco, nos vitrais e simetria. Até no trabalho, reparo no chefe, na apresentação de resultados, vejo se está olhando para todos, se articula bem, se tem um movimento de mãos ou se no final solta um "é isso".
Esse abrir de olhos veio de forma completa, me trouxe coisas que talvez não acontecessem fora do curso, e nisso destaco a acessibilidade. Tivemos oportunidade de estar com pessoas que necessitam dela para viver e vimos que ainda falta muito a ser feito para que elas tenham o mínimo. Fomos deficientes visuais por alguns minutos numa caminhada pelos arredores do Senac e não duraríamos uma semana... Aprender libras foi lindo, mesmo que para ser fluente seja preciso muita dedicação, essa iniciação que tivemos foi mais que suficiente para quebrar qualquer tipo de pré-conceito que pudéssemos ter.
O Pensador – Auguste Rodin, 1904

Se vamos ou não exercer a profissão de guias, não sei, a única certeza que fica é que todos de alguma forma mudaram. Nunca mais seremos os mesmos...

Fontes:

Perdi a Inocência

                                                           
   Por Matê Figueiredo
 
Perdi a inocência! Essa foi a sensação  que tive caminhando pelo centro  à  procura do prédio da prefeitura da cidade de São Paulo.
Me peguei observando a arquitetura buscando o estilo, quais os elementos que faziam parte daquelas construções, em que época foram construídas, quem as projetou, o que aconteceu  alí, como  viviam as pessoas naquela época, quais os fatos históricos que ocorreram naquele local?
UFA! Quanta informação! Não me dava conta de tudo isso até resolver fazer o curso de Guia de Turismo no SENAC.
Percebi  que a inocência era pura falta de informação, eu desconhecia a história e a importância dos fatos que influenciam a vida dos paulistanos até hoje.


Olhar para o Teatro Municipal e saber que lá aconteceu o primeiro evento do Movimento Modernista de 1922,  que influenciou nossos artistas criando a consciência de valorizar a cultura brasileira. No dia da  inauguração do teatro, em 12 de setembro de1911 aconteceu o primeiro congestionamento de automóveis da história de São Paulo. A maioria dos carros existentes na cidade se aglomerou no em torno do teatro, somados às carruagens e pessoas o local ficou bastante agitado.


Atravessar o Viaduto do Chá todos os dias hoje é normal para muitos paulistanos, porém poucos sabem o porque do nome,  lá havia uma grande plantação de chá da Índia, como foi construído, de onde veio o material utilizado? Veio da Alemanha e tinha piso de madeira, foi demolido e construído um novo de concreto armado com o dobro da largura para facilitar a travessia das pessoas e etc.

 
 As esculturas e monumentos que dignamente estão  colocados nos espaços públicos da cidade fazem homenagens às  pessoas, que entregaram sua vidas em defesa de causas em prol da humanidade.






Hoje o meu olhar para a cidade de São Paulo e os lugares que visito é totalmente diferente de quando iniciei o curso. Sinto vontade de pesquisar, saber mais sobre os  fatos e a historia. Fico imaginando como era o modo de vida, os hábitos, as roupas, os sentimentos, as dificuldades,  as alegrias, que nossos antepassados vivenciaram. Esse sentimento  em relação aos fatos históricos dos lugares, que visitei e vou visitar nas minhas viagens pelo Planeta Terra, é o que me move à continuar pesquisando nos livros e em loco. Ser um Guia de Turismo consciente, transmitindo informações valiosas e despertando nos turistas interesse em viajar cada vez mais é meu desejo real!

Fontes:
evandrobrasil.blogspot.com


www.theatromunicipal.com.br

Olhando para São Paulo

Por Ingrid Lira                              

Morando em São Paulo, na correria do dia a dia muitas vezes não reparamos na história que a cidade conta.
Podemos entrar e sair de prédios históricos passar por avenidas com nomes e datas importantes e nos depararmos com um monumento.
Passamos várias vezes pelo mesmo local sem sequer saber nada sobre ele. Com a agitação não notamos que não é só em museus que podemos saber mais sobre a nossa cidade, mas se ficarmos atentos ao que nos rodeia vamos perceber que a história está em todos os locais, como por exemplo, uma ida ao Centro você pode passar pela Catedral da Sé, Marco zero, Solar da Marquesa de Santos, Casa Número Um, Patio do Colégio, Mercado Municipal, Mosteiro de São Bento entre outros e reparar que a história está diante dos seu olhos bem na fachada.

                 Fonte:http://blog.brenosiviero.com.br/wp-content/uploads/2009/05/catedraldase1.jpg
 
Então uma dica para a sua próxima ida ao Centro, olhe para o seu caminho com outros olhos e descubra a cada dia uma nova São Paulo.



 

A ARTE VISTA PELO ARTISTA


Por Ricardo Augusto

Atualmente cursando Guia de Turismo no Senac/Aclimação, entre as várias competências estudadas  e pesquisas que nos darão cabedal de conhecimentos para tal profissão, visitamos a 30a. Bienal de São Paulo/Parque do Ibirapuera/São Paulo em dezembro de 2012, como complemento ao quesito "Aspectos Históricos". Como  artista plástico com  muitos  anos de experiência, exposições individuais , coletivas e como expectador,  venho deixar aqui minhas impressões sobre a Mostra.. 
 
Consciente dos movimentos artísticos atuais,  posso entender o "porque" de uma ou outra forma de expressão artística, mas pondero quanto ao olhar de pessoas sem informação alguma à respeito da evolução da linguagem como informação plástica. Acrescento; instigar o espectador a pensar foi uma grande sacada dos artistas já cansados de retratar o cotidiano,  o consciente e inconsciente de uma humanidade em constante mutação: mental, psicológica e material.
A  sociedade sempre interessou aos artistas na exposição de seus altos e baixos comportamentais em diversas formas de crítica ou exaltação à suas preferências . Artistas conceituais foram fundo nas linguagens, tanto críticas quanto caricaturais, levando o público à infinitas interpretações, discussões e devaneios... para os mais poetas, ao lúdico.
A fotografia como relato de época ou crítica e ainda, como acontecimento histórico ou mesmo  momentânea, completa a ótica do homem tanto sobre si próprio, quanto ao planeta em que vive.
 Assim foi vista a 30a. Bienal de São Paulo, intitulada "A Iminência das Poéticas", onde artistas de várias partes do planeta foram selecionados e apresentaram obras conceituais e fotografias versando sobre épocas, modismos e até filosofias...
 Fica aqui meu depoimento  quanto ao que ficou gravado na  mente à respeito do que foi visto...um vazio e a angústia do homem em seu "habitat", a constante procura de uma estabilidade  e sua expressão artística mostrada em flashes da vida de cidadãos comuns, em várias partes do planeta.
                                                                      
            
 Deixo aqui foto de trabalho meu em óleo sobre tela feito nos anos 80, quando vivia em Franca, interior de São Paulo.  

Curso guia de turismo

Por Aline Fernanda


Fazer o curso de guia de turismo é muito interessante,  você aprende muitas coisas e também como falar em público.

Aprende a história da sua cidade e do Brasil, a cultura das outras pessoas, a gastronômica e viaja muito, conhece pessoas novas.

Passeia em museus, conhece patrimônio histórico, conhece melhor os pontos turísticos da sua cidade, aprende os costumes, a maneira como eles conversam.

O curso me acrescentou muitas coisas, por exemplo: falar em público, me trouxe um conhecimento dos pontos turísticos de São Paulo que eu não conhecia, apesar de que tenho muito que aprender.

Melhorou o meu relacionamento interpessoal, ampliou a minha visão com relação a minha personalidade e conhecimentos.

Através do curso  decidir a minha profissão, vou fazer a minha faculdade de turismo

Um cantinho de São Paulo

                                       
Por Marcio Farias          
 
 Um cantinho de São Paulo  
A lei de criação do Centro Cultural São Paulo, promulgada em 6 de maio de 1982, estabelecia que suas funções incluíam: "planejar, promover, incentivar e documentar as criações culturais e artísticas; reunir e organizar uma infraestrutura de informações sobre o conhecimento humano; desenvolver pesquisas sobre a cultura e a arte brasileiras, fornecendo subsídios para as suas atividades; incentivar a participação da comunidade, com o objetivo de desenvolver a capacidade criativa de seus membros, permitindo a estes o acesso simultâneo a diferentes formas de cultura; e oferecer condições para estudo e pesquisa, nos campos do saber e da cultura, como apoio à educação e ao desenvolvimento científico e tecnológico".
Centro cultural São Paulo um canto para a arte para reflexão sendo um espaço para convivência produtiva o centro cultural é um espaço com o qual todos podemos contar para aprimoramento de nossos conhecimentos. Através de sua coleção dos livros de seu espaço para pesquisas tanto na forma tradicional de leituras nas biblioteca Alfredo Volp, Sérgio Milliet, Louis Braille assim como os meios eletrônicos e as possibilidades de interação entre os frequentadores e o espaço são vastas outro ponto aconchegante é a discoteca aonde você pode passar um tempo ouvindo os velhos e originais "bolachões" que para os saudosistas traz aquela sensação de um tempo em que a vida tinha um ritmo mais calmo e contemplativo o CCSP possui um vasto acervo de cds, discos e partituras sendo que para ter acesso as partituras é necessário agendar pedido.
Dentre tantas possibilidades de convívio no "porta aviões do conhecimento" como eu chamo carinhosamente o CCSP nome inspirado na arquitetura do prédio que realmente tem a forma de porta aviões por seu espaço físico e a disposição de salas de cinema, teatro, bibliotecas, jardins são um convite à exploração do local pois ao entrar no prédio vindo de uma avenida movimentada e barulhenta nos sentimos absorvidos e protegidos como que estando no ventre de uma mãe carinhosa e estimuladora de nosso intelecto. O turista pode ter no centro cultural a experiência de contato com a história de nosso país de uma forma direta através de um guiamento técnico abordando os aspectos formais como arquitetura por exemplo ou de forma lúdica através de textos teatrais, interpretações musicais, espetáculos de dança, leituras dramáticas de textos. Sendo assim julgo de extrema importância a elevação do CCSP à ponto integrante do turismo em São Paulo por oferecer aos seus frequentadores todos estas possibilidades já citadas neste texto e por também por sua localização em uma região de São Paulo com toda infraestrutura de serviços como hotéis, restaurantes, serviços públicos como hospitais, delegacias e demais serviços pertinentes ao turismo. Contudo devo informar que neste momento alguns setores do CCSP estão passando por reformas causando assim a redução de espetáculos podemos ter acessar a programação no site (www.ccsp.org.br).