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terça-feira, 16 de julho de 2013

Compras Inusitadas no Baixo Augusta

                                       
                    
                           

Por Matê Figueiredo

                 
                           
                            
Inusitado - imprevisível, desusado, esquisito, desconhecido, extraordinário, insólito.
A palavra inusitado pode ser um bom adjetivo para a região do   Baixo Augusta porém  é muito mais!
Um passeio por lá pode ser uma viagem  ao passado e ao futuro no mesmo local. Como assim???
 Se pensarmos em tudo que é oferecido como os restaurantes, lanchonetes, botecos ou botequins, como diriam os mais antigos,  encontramos cardápios repletos de opções como: arroz com feijão, bife e batata frita e saladinha, o bom pingado com pão na chapa, aquele café de coador com bolo de fubá, as sopas que as nossas mães e avós faziam. Até um misto quente simples e honesto (pão queijo e presunto na chapa). Há também os pratos regionais principalmente os do nordeste: tem tapioca com queijo de coalho, jabá com jerimum, não sabe o que é? Joga no google!!!  Sem falar nas lanchonetes que criam em seus ambientes verdadeiros cenários das décadas de 60, 70 e assim vai.
Vamos às compras! Você gosta de aparecer no encontro com a galera usando uma camiseta diferente? Lá tem! Existem lojas que fazem peças exclusivas. De repente pintou uma saudade dos seus avós e que tal usar uma peça da época? Lá tem de tudo, bengalas, chapéus, cachecóis, polainas, bolsinhas, lenços de renda, estolas não de pele tá?  Continuando o passeio, as loucas por acessórios encontram uma infinidade de opções com peças exclusivas confeccionadas por pessoas pra lá de talentosas. Para amantes de moda Vintage é fácil montar um figurino nesse estilo.
Quem gosta de modernidades as lojas de jeans têm modelos pra todos os gostos e bolsos. Tem ainda lojas que vendem peças íntimas mais ousadas . Você pode apimentar a relação surpreendendo o parceiro(a) ao tirar a roupa com um desses modelitos. As galerias abrigam atrativos culturais e artísticos,  entretenimento nas livrarias, teatros, shows de  vários estilos. Só indo pra conferir.  Preferi não citar os endereços e nomes dos estabelecimentos. Você é livre e curioso o suficiente para ir até lá e achar essas e outras maravilhas. Onde fica? Planeta Terra, Hemisfério Sul, País Brasil, São Paulo região da Avenida Paulista sentido centro.
 Só não se esqueça de contar pra gente o que rolou na sua visita ao Baixo Augusta. Ah! Nos vemos por lá!

Turismo LGBT x Preconceito

                                                                                                    
 Por Daiane Brito 


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiNerRMfzuSV-FIP0bdOu7qMHzrXbFTCqgzSaSWWLbes4OCHhn6pYkUoCkDHqW5_ja6zNdNphGx0D_LPEPQ92t6xvJBodzqV34xmTCz61yK8_WNGrHIvNCC5g_1r4-CT5ePZH1otYA7IldL/s1600/Post+1.jpg
Século XXI avanços tecnológicos inimagináveis, ciborgs, transplantes de face, energia nuclear, nanotecnologia. Tempo onde cópia de pessoas podem ser confeccionadas, até a partícula de Deus, sendo recriada, como ainda é possível nos preocuparmos com algo tão primitivo quanto o pré-conceito?




Brasil, país que abriga a maior festa da diversidade do mundo, a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, traz milhares de turistas a cidade todos os anos. Eles ocupam as vagas em hotéis, utilizam nosso transporte, fazem compras em nossas lojas, enfim fazem a economia girar, segundo dados da ABRAT GLS - Associação Brasileira de Turismo para Gays, Lésbicas e Simpatizantes, dos dois milhões de turistas que o Brasil recebe todo ano, cerca de 500 mil, são LGBTs. O Rio de Janeiro aparece em segundo lugar, como destino mais citado para viagens em 2013, em pesquisa feita por uma empresa americana especializada neste mercado.

 
Em 2012, Florianópolis foi escolhida para sediar a 29ª Convention Global da International Gay and Lesbian Tourism Association (IGLTA). Tanya Churchmuch presidente associação, disse que: "Santa Catarina é um Estado comprometido com o turismo e por isso foi escolhido". Durante o evento, foi anunciado que várias cidades do país estão preparadas para o turismo LGBT e o Brasil passou a ser membro da IGLTA, o que significa o apoio oficial do governo no segmento LGBT e a participação do Ministério do Turismo nas principais feiras do turismo apoiando o segmento.
Há algo de contraditório nessa história.
Apoio do governo? Esse mesmo governo que se nega a conceder os mesmos direitos de um casal heterossexual?
Esse governo que usa a figura de dois meninos para explicar o que é repulsão em uma aula de física do ensino médio?
Esse governo de homens que deveriam nos representar e defender nossos direitos como pessoas, mas só fazem incitar o ódio e disseminar a homofobia?
Quanto a estar preparado para receber esse público? Se estiverem dizendo, preparados quanto a infraestrutura da cidade para receber o turista, pode até ser que esteja, mas e em relação ao respeito e segurança? Há um respeito verdadeiro por parte da população ou é algo como: te tolero porque preciso do seu dinheiro. As pessoas são agredidas e mortas no meio da rua, coincidência ou não no mesmo lugar onde acontece a parada, e o que é feito para evitar?
O Brasil tem muito potencial, para fazer com que essa seja uma parcela importante do nosso turismo, que vem crescendo apesar de tudo. E só com trabalho duro será possível. A educação é uma das principais ferramentas, e eu como brasileira me sinto na obrigação fazer parte disso, nem que seja um pouco, nem que seja com um post.
 
Fontes:
www.robertocordeiro.files.wordpress.com/2008/05/parada_gay _em_sp2.jpg

Tudo é História


Por Ideir Batista


Blog Tour SPTrans



Blog Tour SPTrans


A Avenida Paulista é um dos logradouros mais importantes do município de São Paulo, a capital do Estado. Está localizada no limite entre as zonas Centro-Sul, Central e Oeste; e em uma das regiões mais elevadas da cidade, chamada de Espigão da Paulista.
Considerada um dos principais centros financeiros da cidade, assim como também um dos seus pontos turísticos mais característicos, a avenida revela sua importância não só como pólo econômico, mas também como centralidade cultural e de entretenimento.
Movimentam-se diariamente pela Avenida Paulista milhares de pessoas oriundas de todas as regiões da cidade e de fora dela.
A avenida foi criada no final do século XIX a partir do desejo de paulistas em expandir na cidade novas áreas residenciais que não estivessem localizadas imediatamente próximas às mais movimentadas centralidades do período, por essa época altamente valorizada e totalmente ocupada.

Seu nome seria Avenida das Acácias ou Prado de São Paulo, porém Lima declarou: "Será Avenida Paulista, em homenagem aos paulistas".

A avenida possui muitos restaurantes que recebem diariamente milhares de pessoas que moram e trabalham na região. Nela se localiza o conceituado Museu de Arte de São Paulo, o MASP, e também o Parque tenente Siqueira Campos, também conhecido como Parque Trianon.

Tem o edifício da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, a FIESP, que também abriga o Sesi, que, por sua vez, possui teatro para apresentações gratuitas como também biblioteca com acervo vasto e muitos livros novos, permitindo o empréstimo gratuito a qualquer pessoa que leve comprovante de endereço.

É famosa também a antena do prédio da Fundação Cásper Líbero, sendo a maior e mais alta da avenida e que chama a atenção devido à sua iluminação amarelada. O mesmo prédio também é famoso por suas escadarias, pelo Teatro Gazeta, pela sede da TV Gazeta, da Rádio Gazeta FM, da Faculdade Cásper Líbero e pelo Cinema Reserva Cultural.

A Casa das Rosas é um imóvel localizado na Avenida Paulista em São Paulo. Localizado no número 37 da Avenida Paulista (no Paraíso), o casarão foi projetado pelo escritório de Francisco de Paula Ramos de Azevedo pouco antes de sua morte, tendo a construção terminada em 1935. A casa abrigaria a residência de uma de suas filhas, Lúcia Azevedo Dias de Castro, casada com Ernesto Dias de Castro. O imóvel foi habitado até 1986, quando sofreu desapropriação pelo governo do estado de São Paulo.

Em 1991 foi então inaugurado um espaço cultural batizado de "Casa das Rosas". Recebeu esse nome, pois possuía um dos maiores e mais belos jardins de rosas da cidade. A partir de 2004, a Casa se tornou o Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura e passou a ser administrado pelo professor e poeta Frederico Barbosa.

O Itaú Cultural é um instituto voltado para a pesquisa e a produção de conteúdo e para o mapeamento, o incentivo e a difusão de manifestações artístico-intelectuais. Dessa maneira, contribui para a valorização da cultura de uma sociedade tão complexa e heterogênea como a brasileira.

Turismo Cultural

     Por Aline Fernanda
 
O Brasil, segundo o site, é dono da segunda maior faixa litorânea do planeta, que tem belas e ensolaradas praias do nordeste, até a neve das serras do  sul.
O turismo no Brasil é uma das principais atividades econômicas importantes em várias regiões do país.
Imenso litoral da região nordeste do Brasil é o principal fator que contribui no turismo local.
O turismo cultural do nordeste é um atrativo à parte para o turista.
O carnaval de Salvador é a maior festa popular do mundo, contando com cerca de 2,7 milhões de foliões em seis dias de festa.
Além do carnaval de Salvador, destacam-se também os carnavais de Recife e Olinda.
E outro evento característico no nordeste são as festas juninas.
Salvador é a maior cidade da região do nordeste e tem o maior litoral do país.
A gastronomia é outro atrativo da região segundo o site; os principais pratos são : acarajé, abará caruru e vatapá.
Na cidade de São Paulo tem como característica o turismo de negócio e eventos.
Segundo a Embratur São Paulo é um dos principais centros financeiros da América Latina.
São Paulo é o destino  mais procurado pelos estrangeiros que visitam o Brasil à negócios, eventos e convenções; e o terceiro colocado nas viagens de lazer.
São Paulo recebeu o título de capital mundial da gastronomia, a cidade conta com grande procura pelo turismo gastronômico.
 
 

 
 

Persigo São Paulo, Sp por Itamar Assunção

  Por Marcio Farias

Este texto começa citando uma frase de uma das muitas músicas em que este artista revela sua ligação com a cidade sempre em primeira pessoa ...Não é exatamente amor, é identificação absoluta sou eu eu não me amo...Persigo São Paulo, Itamar Assunção.
Nos que frequentamos, vivemos, passamos por São Paulo com um olhar distante e focados em objetivos diversos não percebemos o quanto influenciamos a cidade e falamos dos pontos negativos dela sempre de uma forma a nos colocarmos como vítimas da cidade, sendo que na realidade somos responsáveis por aquilo que acontece na cidade. E desfrutar de todos os benefícios que ela nos proporciona não pode ser esquecido e somos nós, nós não nos amamos como amaremos a cidade?
É fácil,  basta querer e agir de acordo com os preceitos de respeito e nos colocarmos na primeira pessoa quando observarmos aquilo que a cidade tem a ser melhorado,  propondo por exemplo, que cuidemos da cidade como cuidamos da nossa própria casa, trace um círculo imaginário usando a metragem que lhe convém e a partir deste círculo verifique qual é a sua relação com tudo e todos que estão dentro deste círculo, desapegue de preconceitos e siga a noção de bem estar que carrega com você, afinal todos queremos nos sentir bem, é um impulso natural dentro de nós.
São Paulo oferece vários benefícios a quem se ama e consequentemente ama os outros e nossa cidade pois como um ambiente interno melhora quando agimos com amor, e não falo aqui do amor físico e sim de um amor fraternal, amor este que nos aproxima como irmãos. Experimente! Vai funcionar, acredite. Caso mesmo assim você não acreditar no amor acredite você é São Paulo e São Paulo é você, acredite nesta identificação você se entenderá melhor. Encontre aqui neste blog os benefícios que a cidade oferece a quem se ama e ama a cidade.

 
Guia de turismo-Senac SP
marcioguiabem@gmail.com

                                                Crédito da foto       http://2.bp.blogspot.com



   

O Despertar

            
Por Daiane Brito
"A mente que se abre a uma nova ideia, jamais volta ao seu tamanho original" 
                                                     Oliver Wendell Holmes

Essa frase ilustra e dá início a mais um post deste blog.

Tema do 2º post: Escreva algo relacionado às aulas, ao curso. Muito vago, muito amplo. Pensei, pensei, tive varias ideias, que de inicio pareciam boas, mas não se mostraram tão boas assim no desenvolvimento. Outras vieram e se foram e nenhuma delas nem de longe davam aquela sensação de certeza que tenho quando começo a escrever algo.
O que não me dei conta era de que a ideia estava dançando o tempo todo diante de mim, só não havia enxergado, até que me sopraram a sombra do que hoje ela se tornou.
Consciência. Acho que posso defini-la assim. Esse tempo de curso me trouxe a consciência na forma de percepção. Deixando um pouco de lado todas as novas informações, o convívio com gente completamente diferente de mim e as experiências vividas, vou falar desse abrir de olhos.
Catedral Metropolitana, CCBB, Casa das Rosas, CCSP, Aclimação, Cambuci, Luz, Liberdade, Centro e todos mais em que estivemos pessoalmente ou em sala. Já conhecia a maioria deles. Ou achava que conhecia. Nesses meses de curso redescobri o que levei anos para descobrir.
Perspicácia, René Magritte, 1936
Hoje me pergunto como é possível ter entrado tantas vezes na Catedral Metropolitana, digo Catedral da Sé, e não ter percebido os elementos brasileiros na arquitetura, ou não ter visto que o desenho em mosaico no saguão do CCBB é uma flor de lótus?
Antes: Nossa que igreja bonita! Toda trabalhada e tão cheia de detalhes...
Hoje: Nossa, olha aquelas colunas, o capitel parece coríntio... A torre é gótica, mas tem arcos plenos, neoclássico...

Agora ando por aí prestando atenção em fustes e rosáceas, construções coloniais e no exagero do barroco, nos vitrais e simetria. Até no trabalho, reparo no chefe, na apresentação de resultados, vejo se está olhando para todos, se articula bem, se tem um movimento de mãos ou se no final solta um "é isso".
Esse abrir de olhos veio de forma completa, me trouxe coisas que talvez não acontecessem fora do curso, e nisso destaco a acessibilidade. Tivemos oportunidade de estar com pessoas que necessitam dela para viver e vimos que ainda falta muito a ser feito para que elas tenham o mínimo. Fomos deficientes visuais por alguns minutos numa caminhada pelos arredores do Senac e não duraríamos uma semana... Aprender libras foi lindo, mesmo que para ser fluente seja preciso muita dedicação, essa iniciação que tivemos foi mais que suficiente para quebrar qualquer tipo de pré-conceito que pudéssemos ter.
O Pensador – Auguste Rodin, 1904

Se vamos ou não exercer a profissão de guias, não sei, a única certeza que fica é que todos de alguma forma mudaram. Nunca mais seremos os mesmos...

Fontes:

Perdi a Inocência

                                                           
   Por Matê Figueiredo
 
Perdi a inocência! Essa foi a sensação  que tive caminhando pelo centro  à  procura do prédio da prefeitura da cidade de São Paulo.
Me peguei observando a arquitetura buscando o estilo, quais os elementos que faziam parte daquelas construções, em que época foram construídas, quem as projetou, o que aconteceu  alí, como  viviam as pessoas naquela época, quais os fatos históricos que ocorreram naquele local?
UFA! Quanta informação! Não me dava conta de tudo isso até resolver fazer o curso de Guia de Turismo no SENAC.
Percebi  que a inocência era pura falta de informação, eu desconhecia a história e a importância dos fatos que influenciam a vida dos paulistanos até hoje.


Olhar para o Teatro Municipal e saber que lá aconteceu o primeiro evento do Movimento Modernista de 1922,  que influenciou nossos artistas criando a consciência de valorizar a cultura brasileira. No dia da  inauguração do teatro, em 12 de setembro de1911 aconteceu o primeiro congestionamento de automóveis da história de São Paulo. A maioria dos carros existentes na cidade se aglomerou no em torno do teatro, somados às carruagens e pessoas o local ficou bastante agitado.


Atravessar o Viaduto do Chá todos os dias hoje é normal para muitos paulistanos, porém poucos sabem o porque do nome,  lá havia uma grande plantação de chá da Índia, como foi construído, de onde veio o material utilizado? Veio da Alemanha e tinha piso de madeira, foi demolido e construído um novo de concreto armado com o dobro da largura para facilitar a travessia das pessoas e etc.

 
 As esculturas e monumentos que dignamente estão  colocados nos espaços públicos da cidade fazem homenagens às  pessoas, que entregaram sua vidas em defesa de causas em prol da humanidade.






Hoje o meu olhar para a cidade de São Paulo e os lugares que visito é totalmente diferente de quando iniciei o curso. Sinto vontade de pesquisar, saber mais sobre os  fatos e a historia. Fico imaginando como era o modo de vida, os hábitos, as roupas, os sentimentos, as dificuldades,  as alegrias, que nossos antepassados vivenciaram. Esse sentimento  em relação aos fatos históricos dos lugares, que visitei e vou visitar nas minhas viagens pelo Planeta Terra, é o que me move à continuar pesquisando nos livros e em loco. Ser um Guia de Turismo consciente, transmitindo informações valiosas e despertando nos turistas interesse em viajar cada vez mais é meu desejo real!

Fontes:
evandrobrasil.blogspot.com


www.theatromunicipal.com.br